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Aparelhos Auditivos
Tudo que você precisa saber sobre a atitude de usá-los
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10/03/2015
Viver sem tratar de forma adequada a perda de audição imposta pela vida significa, na maior parte das vezes, enfrentar dificuldades constantes no âmbito social, profissional e também familiar. É justamente por conta dos percalços causados pela negação do problema auditivo que muitos pacientes recorrem a uma dose extra de atitude para aceitar o fato de que precisam da ajuda dos aparelhos para voltar a ouvir.

Nesta hora, tão importante quanto reconhecer a situação a ser enfrentada é procurar auxílio em duas figuras fundamentais para o retorno ao mundo dos sons: o otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo. Juntos, eles unem seus conhecimentos e especialidades para oferecer um diagnóstico preciso e elencar as opções terapêuticas mais indicadas para cada caso. “No consultório, o otorrino faz uma avaliação e pede os exames pertinentes para uma boa investigação audiológica do paciente, que é encaminhado a um fonoaudiólogo depois de diagnosticada a perda de audição, para receber orientações sobre a escolha da prótese auditiva”, ressalta Circe Nardon, gestora da Audibel Porto Alegre Centro, Porto Alegre Moinhos e Novo Hamburgo.

Após a consulta médica, o próximo passo a ser dado pelo paciente é a imersão no tema. Afinal, quanto mais ele souber a respeito do seu problema auditivo, mais apto ele estará para contribuir com o processo de adaptação dos aparelhos, que leva em conta fatores como: tipo e grau da perda auditiva, estilo de vida, preferências estéticas e outras características pessoais de quem está sendo atendido.

Neste momento, o paciente também precisa controlar a expectativa em relação às próteses, compreendendo que elas não apresentam benefícios imediatos e precisam de tempo para conferir o efeito desejado. “Geralmente, o período de aclimatização com o aparelho leva de três a seis meses. Ao longo desse processo, queixas de desconforto referentes ao excesso de ruídos são bastante comuns devido ao tempo de privação auditiva da pessoa e também ao grau e configuração da sua perda. No início da reabilitação, sugerimos a utilização das próteses apenas em ambientes silenciosos e só depois em situações de ruído, para que a adaptação aconteça aos poucos”, explica.

Além disso, vale a pena manter firme o propósito de adaptar-se aos aparelhos, conversar com o fonoaudiólogo para otimizar a adaptação, estabelecer metas pessoais e interagir com pessoas que sofrem de perda auditiva. Elas, certamente, terão muitas experiências para compartilhar.

Quais cuidados tomar?
Passadas as fases de aceitação, escolha e adaptação dos aparelhos auditivos, o usuário deve ficar atento à sua manutenção. Cuidar de forma adequada deles ajuda a mantê-los em ótimas condições, prolongando a sua vida útil. Por isso, é importante manuseá-los com cuidado, guardá-los em um local seguro (fresco e seco) e desligá-los nos momentos em que não são usados.

Vale seguir rigorosamente as orientações do fonoaudiólogo para realizar a limpeza diária e as revisões periódicas do aparelho, feitas por um técnico especialista a cada seis meses. Outra dica importante é o Desumidificador Sílicagel, que protege os equipamentos da umidade, oxidação e até mesmo da proliferação de fungos. Além de tudo isso, recomenda-se retornar ao otorrinolaringologista uma vez ao ano e ao seu fonoaudiólogo, sempre que sentir qualquer dificuldade.
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